quarta-feira, 24 de junho de 2026

DEUS É CIÊNCIA

Legião da Boa Vontade (LBV). Livro A Missão dos Setenta e o Lobo Invisível. Por Jose de Paiva Neto (1941-2025). DEUS É CIÊNCIA. Parte III. A erudição, quando acompanhada de vasta experiência e de postura humilde diante da Verdade, jamais se precipita. Não aceita radicalismos nem cogita que a Ciência tenha atingido a curul, ou seja, o ápice de sua missão. Incluindo o fato de que o ser humano nem logrou saber usar parcela significativa da própria capacidade mental. Pode, na atualidade, a ilha avaliar, em toda a sua extensão, o continente? O que vem de Deus é Ciência. Há tempos, defendemos que todos os ramos do saber universal compõem a Ciência Divina. Religião é Ciência, Ciência é Religião. Ambas devem honrar a Ciência Moral, que tem pelas criaturas o mais elevado respeito, não as considerando, por uma dedução distorcida provocada pelo "lobo invisível". Ferramenta para fanatização nem reles cobaias. O pensamento, quando sectário, pode sustentar rancores que ensombreçam os olhos da alma de geniais cerebrações. Aliadas, Fé e Razão muito além poderiam fazer pelos povos sequiosos de um mundo melhor. É fundamental afastar o tabu de que a Fé religiosa esteja restrita aos tolos e aos radicais. De que Ciência seja reduto apenas dos que possuem intelecto aguçado. Mantendo-se de preferência, distantes do sentimento que liga a Razão ao Espírito Imortal. Convêm ressaltar que Racionalidade em demasia, sem o amparo do coração, promove, por exemplo, soluções econômicas que uns privilegiam e aos demais destroem. Eis uma prova da existência do "lobo invisível", a mal inspirar governantes e governados, até que entrem em choque. A história está plena de episódios como esse. Deficiência Humana e "Divindade". Em reflexões e Pensamentos - Dialética da Boa Vontade (1987), sem pretender dar uma de conselheiro Acácio " Icônico personagem da obra de Eça de Queiroz (1845-1900) O Primo Basílio". Escrevi: Muita aberração catalogada na História como de autoria do Criador do Universo, nada mais é do que projeções do deus antropomórfico - semelhança em forma humana. Gerado pelo homem para satisfazer aos seus preceitos. Não, portanto, as próprias deficiências humanas alçadas à condição de divindade. A existência terrena particulariza renovação constante. Contudo, o desenrolar dos fatos, para alguns, é um susto. Já para os modestos - perante a Espiritualidade Superior ou Solidariedade sem fronteiras, os eventos, no dia a dia, se encaixarão de forma perfeita. E, para que possamos prosseguir em nossa análise, elucidando a ação compulsória do Mundo Invisível sobre os seres terrestres. Incluindo a ruinosa trama do "lobo invisível", é imprescindível apresentar pontos nevrálgicos. Urge, assim, encarar a Verdade que liberta, que rebenta os grilhões da ignorância das Coisas Eternas. Sem as quais mentes e corações se tornam paralisados pelo medo que aprisiona. Bem oportuna é a ponderação de meu saudoso amigo, o professor e pastor presbiteriano Jonas Rezende (1935-2017). Acerca da visão renovada que precisamos ter ao tratar das questões espirituais transcendentes. "Existe, porém, na busca sobrenatural e do transcendente, a necessidade de abandonar velhas trincheiras e concepções que foram sendo superadas pela maturidade do ser humano. Até se tornarem completamente obsoletas, num processo que se impõe, uma vez que a evolução é incessante e irreversível (...). Mas é preciso ter em mente que a aproximação consciente de elemento sobrenatural nos revela hoje, com oportuna nitidez, a face oculta da natureza. Em particular da natureza humana, como um testemunho verdadeiro de que o homem pode dar um passo a mais". A Ciência é infalível, os cientistas não. Ao meditarmos no urgente papel da Ciência no esclarecimento de nossa vida incorpórea. Faz-se necessário alcançar que, enquanto certos pesquisadores negam determinada realidade, alicerçados nos parâmetros que julgam inquestionáveis. Seus pontos de vistas, talvez prematuros, podem tornar-se verdades irredutíveis aos que tem a palavra deles como instância derradeira.. Isso causa os mais terríveis prejuízos ao progresso. Até que a Ciência mesma, apoiada em novos fundamentos, trazidos por gente de cerebração precursora, venha a reconhecer como superados muitos conceitos até então vigentes. É claro que não é ela, a Ciência, que se desdiz, porém alguns dos seus cultores, por mais bem avaliados que sejam pela opinião de seus pares. Durante palestra que proferi de improviso, em 29 de outubro de 2005, no Rio Grande do Sul-Brasil, ponderei que a Ciência é infalível, os cientistas não são. Ele não era louco. Aponto, como referência, o conceito revolucionário do sábio britânico sir Gilbert Thomas Walker (1868-1958), com sua "Oscilação Sul" ou "Gangorra Intrigante". A descoberta dele modificou a compreensão acerca dos efeitos do El Nino no planeta Terra. Apesar disso, sua tese foi, de imediato, rechaçada pelos seus contemporâneos. Contudo,  atualmente, segundo o doutor Matt Huddleston, consultor principal do Met Office, Departamento de Meteorologia do Reino Unido. O incrível sobre o trabalho de Gilbert Walker (1868-1958) é que ele foi uma das primeiras pessoas no campo da meteorologia que pensaram grande. Ligando os padrões de tempo de continentes diferentes (...). As ideias grandiosas dele foram criticadas que o tempo e o clima de uma área podiam estar ligados a outra parte do globo. E realmente isso o prejudicou. Muitas foram as ironias sofridas por Gilbert promovidas por seus colegas. Mais tarde, no entanto, confirmou-se que ele estava certo. De louco, Walke não tinha nada. Os outros é que andavam distraídos. Ora, quem determina que a verdade é verdadeira? Os pesquisadores, que amanhã retificarão os seus conceitos antes apreciados por eles como cláusula pétrea, ou a modéstia exigida pela sabedoria? A erudição, quando acompanhada de vasta experiência e de postura humilde diante da Verdade, jamais se precipita.  Não aceita radicalismos nem cogita que a Ciência tenha atingido a curul, ou seja, o ápice de sua missão. Incluído o fato de que o ser humano nem logrou saber usar parcela significativa da própria capacidade mental. Pode, na atualidade, a ilha avaliar, em toda a sua extensão, o continente? Deus criou o cosmos. Ao refletir sobre a descoberta do Deus que é Amor, Ciência, Filosofia, procuro fortalecer nas mentes a importância do cumprimento fiel de nossas responsabilidades perante o Pai Celestial. Fundamento nas fraternas diretrizes deixadas por Jesus, no seu Evangelho segundo Lucas 10,1-24, que transcreveremos na quarta parte deste livro. E Supremo Arquiteto do Universo, Deus, estabelece, por intermédio do Cristo Ecuménico, o Divino Estadista, esses ordenamentos repletos de meios para ampliar a missão em ampliar a missão em realizações elevadas à enésima potência. Isto é, ao máximo do que se pode conceber. O Cosmos pertence às criaturas que se alçaram, pelos seus próprios esforços, à atenção do Criador. Evidentemente que não é para fazer da Casa de Deus uma bagunça! Mas Ele é Pai! Claro que, é preciso salientar, não estou me referindo àquele deus, com inicial minúscula, que manda matar até crianças, salgar o chão, para que ali nada mais possa nascer. Esse não é o Deus de Amor de que nos fala João, Evangelista e Profeta, em sua primeira Epístola 4,8. Na verdade, ordens estapafúrdias tidas como do Pai Celestial eram inspiradas por espíritos sem luz "lobos invisíveis". Que se aproximavam daquelas pessoas e sopravam essas iniquidades aos seus ouvidos. Porém, como a concepção a respeito da existência do Mundo Espiritual era quase nula. Elas acreditavam que as instituições malfazejas lhes eram insufladas por Deus. Então, essa "divindade", apontada por elas, é pior do que os maiores genocidas conhecidos na Terra. Podemos até mesmo inferir que a ideia de um deus antropomórfico é atordoante inspiração do "lobo invisível". Desse deus, com "d" minúsculo, queremos distância, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Equação das Equações. Falo-vos, repito, de um Deus que é Amor, que, um dia a Ciência, que também é divina, honrará numa Equação Celeste. A da Relatividade transformou o mundo. E Albert Einstein (1879-1955), que não é Pai Celestial, trouxe-nos com ela magníficas revelações. Ele próprio não esconde a sua sensitividade mediúnica nas suas descobertas. O célebre cientista judeu alemão, sabendo ou não sabendo, possivelmente andava à procura do entendimento racional. Livre de castradores preconceitos, dogmatismos ou tabus alimentados pelo ceticismo radical, a respeito da essência Criadora, Deus. Quando, meditava sobre sua Teoria do Campo Unificado, que era sua tentativa de descrever a Teoria de Tudo. Como possuía mente aberta, com certeza já estaria hoje trabalhando na Teoria do Tudo. Aquele que a toda estrutura viva do Cosmos projetou e anima. Deus! Cuidado com limitações ideológicas. Nada mais prejudicial do que um ser humano quando estabelece uma ideologia qualquer como único fato verdadeiro, do qual ninguém é capaz de se afastar. Todavia, quem disse que esse ou aquele sistema de ideias é o único, completo e ideal! Vem ao nosso encontro o pensamento do emérito professor de Química e Estudos da Ciência Henry H. Bauer (1931 - ), reitor da Faculdade de Artes e Ciências do Instituto Politécnico da Universidade Estadual da Virgínia, EUA. Ele escreveu: "Os historiadores do futuro olharão para trás e verão a nossa era como a época em que a Ciência induziu o mundo inteiro ao erro. Pois, conluio com poderosas forças comerciais e ideológicas, movidas por interesses próprios, a Ciência sucumbiu ao dogmatismo de mente fechada". Isso corrobora o fato de que, infelizmente, ainda há grei dogmática no meio científico. Logo, pode ser levada a não admitir uma inteligência superior à da criatura. Diante disso, para a considerar como sua uma tarefa que não lhe cabe. Porque a missão da Ciência é abrir as mentes para a realidade extraordinária da Fonte Inesgotável de todo o Conhecimento. O alimento Universal disposto à mesa, à Ceia para a qual Deus, o Cientista dos cientistas, nos convida, a fim de que possamos fartamente abastecer-nos: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abri-la para mim. Entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo". Carta de Jesus a Igreja em Laodiceia - Apocalipse de João 3,20. Alimento espiritual científico. Sobrevivamos todos, em primeiro plano, daqui para a frente, com esse alimento espiritual-científico. Prometido pelo próprio Cristo, que é Um com o Pai em João 10,30. No livro das profecias finais, na sua carta a Igreja em Éfeso" Quem tem ouvido de ouvir ouça o que o Espírito diz as igrejas do Senhor. Apocalipse 2,7 "Ao vencedor, darei a comer os frutos da Árvore da Vida Eterna que se encontra no paraíso de meu Deus". Jesus não nos mandou ao mundo para a derrota. E, quando falo em vitória, não me refiro à do "lobo" que tripudia sobre os vencidos. Pelo contrário. Destaco, sim, o sucesso espiritual, pessoal, íntimo, moral, ético, que permite que o vitorioso também torne a outros vencedores. Ninguém é ditador de conhecimento. No tocante à vida espiritual, no capítulo "Ecce Deus!" = Eis Deus", extraído de minhas palavras pela Super Rede Boa Vontade de Rádio. Constante de Crónicas e Entrevistas, 2000, afirmei que determinados pensadores, quando ingressam na área da intuição, da existência eterna. Se assemelham muitas vezes a crianças pequenas e inexperientes, como que engatinhando nesse campo. Ponderando que o Espírito tenha a ver unicamente com horrores sobrenaturais, expostos nos filmes de Hollywood. Por exemplo, alguns, quando me assistem fazer referência ao "lobo invisível", podem crer que eu esteja aludindo ao "lobisomem". Ao "boitatá", ao "vampiro da Transilvânia" ou a "mula sem cabeça, que bota chamas pelas ventas". Até hoje não entendi bem essa história de mula sem cabeça. Vejam bem: sem cabeça, que bota chamas pelas ventas (risos). O assunto do "lobo" é bem mais sutil, em razão da onda materialista que nos avassala, conforme discorri no início desta obra. Será que tudo o que há no Universo já foi alcançado pela noção intelectual contemporânea? O nosso presente desenvolvimento mental é o limite da sabedoria? Ora, o ser humano nem atingiu o grau do Conhecimento, mas apenas algumas perspectivas dele! Não menosprezo o esforço de quem quer que seja. Seria pretensão de minha parte. Entretanto, é uma realidade que se comprova, ninguém é senhor do saber pleno. Aliás - custa-me concluir - a uns falta, às vezes, também a coragem intelectual para desvendar. Sem preconceitos e tabus, às regiões espirituais. É aí que se encontra a chave maga para o ser humano não se tornar a presa predileta do "lobo invisível" ou obsessor. Há alguns que se assustam com filmes de terror. Mas Emmanuel (Espírito) diz que, se Deus permitisse alguns minutos de visão espiritual a humanidade, esta morreria estarrecida com o que veria. E o irmão X, em sua obra Lázaro Redivivo, pela psicografia do médium espírita Chico Xavier (1910-2002). Legionário da Boa Vontade nº 15.353, apresenta semelhante abordagem acerca das infelizes entidades congregadas no astral inferior: "Se o olho humano pudesse identificá-los, possivelmente cessaria a continuação da vida na carne, no planeta Terra. Coletividades inteiras abandonariam o templo do corpo físico, tomadas de infinito e indomável pavor. Por que isso? Porque a humanidade vive presa às esferas mais inferiores do Mundo Espiritual e liga-se muito pouco aos páramos celestiais, onde governam a exaltação do Bem e a beleza. Dogmatismo Científico é aberração. Talvez achem que tudo caminha muito bem na restrita esfera da razão. E digo-o com o devido respeito, ciente de que setor algum do pensamento terrestre possui a chave de todos os mistérios e méritos. O saber humano não permanece enclausurado em departamentos estanques. Dogmatismo científico é aberração. Ademais, a Ciência neste mundo, apesar dos seus extraordinários feitos, ainda é muito nova. Sob o aspecto experimental, ela vem de pouco tempo. No século XVI, Galileu Galilei (1564-1642) tornou-se o pai da Ciência moderna. Podemos considerar que dá os primeiros vagidos no instante em que Galileu dirige seu famoso telescópio para o céu. Começando a se impor com a publicação do polêmico livro Diálogo sobre os Dois principais Sistemas do Mundo, que lhe custou a conhecida perseguição e o confinamento domiciliar. Ao refletir sobre esses assuntos, na verdade estou ponderando acerca do inestimável valor da Ciência. Para a qual não deve haver qualquer espécie de barreira dogmática à investigação da existência efetiva do Mundo dos Espíritos. Muito menos quando levantada por expoentes dela. Ponho-me, sim, a exaltar os grandes vanguardeiros, quando não tiveram a compreensão dos próprios pares. Como poderia ser contrário à tão destacado ramo da criatividade humana se vivo utilizando alguns de seus maiores contributos para o progresso das nações. A imprensa, o rádio, a televisão, a internet, a medicina ...? Não por a mesa discussão desses temas, que dizem respeito a verdadeiros continentes espirituais. Que nos cercam, e a seus moradores, nós amanhã, é colocar em grave risco a libertação de bilhões de pessoas pelo planeta afora. Considerações. Alguém pode indagar o porquê de eu ainda não ter entrado na leitura da passagem bíblica acerca da Missão dos Setenta Discípulos de Jesus e da sua instrução contra os "lobos invisíveis". Explico, tranquilamente, uma vez mais o "lobo" de que lhes vou falar não é o da historinha da Chapeuzinho Vermelho, que acabou sendo morto pelo caçador. Entre esses "lobos" de que trataremos, há muitos bons em dialética. Por isso, o meu cuidado em despertar novos setenta x setenta x setenta, que Deus sempre mandará ao mundo. Estejamos atentos ao que nos relata o Apocalipse, no capítulo 10, versículo de 8 a 11, evidenciando o privilégio que é servir a Jesus. "A voz que ouvi, vinda do céu, voltou a falar comigo, para ordenar: Vai e toma da mão do Anjo que se acha em pé sobre o mar e sobre a terra, o livro aberto. Fui, pois, ao Anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então me falou: Toma-o e devora-o. Certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na sua boca, doce como mel. Tomei o livrinho da mão do Anjo e o devorei: e, na minha boca, era doce como mel. Quando, porém, o engoli, causou-me amargor no ventre. Então, me disseram: Importa ainda profetizes a muitos povos, nações, línguas e reis". A Ciência não está equipada pra confinar Deus em um tubo de ensaio. Do documentário A História de Deus, da BBC, no episódio "Fé e Ciência", exibido no Brasil em fevereiro de 2006. Pelo Discovery Chanel, vale salientar essas considerações do apresentador do programa. O professor e cientista Robert Winston (1940 - ), que de certa maneira, vêm ao encontro do nosso ponto de vista. Argumenta ele: "A ciência e a religião são sistemas separados. São formas diferentes de se olhar o mundo natural. Ambas têm um importante papel. Só acho que elas não deveriam falar de certezas. O maior perigo para o homem tanto da Ciência quanto da Religião é quando a incerteza é substituída pela certeza ... A Ciência não está equipada para confinar Deus em um tudo de ensaio". Reflexão. Na opinião do acatado doutor Robert Winston "a Ciência e a Religião são sistemas separados. São formas diferentes de se olhar o mundo natural. Ambas têm um importante papel". Corretíssimo. De fato, são dois campos com autonomia de ação. O que por vezes ainda falta é o reconhecimento do progresso advindo de um intercâmbio saudável de saberes. Independência não se deve traduzir em barreiras intransponíveis. Ora, ela ainda, em muitas mentes se erguem por causa da inspiração mesma de alguns exegetas, que honestamente pensam acreditar no Criador, porém muito distante do Deus Divino exaltado, com tanta poesia, por Zarur. Podem encontrar-se, na realidade, intelectualmente tenebrosa pelo sinistro deus concebido à imagem e semelhança do ser humano desenfreado. Dileto servidor do "lobo invisível", expressivo e insidioso dialeta. Razão por que possui tantos seguidores. Ainda em Crônica e Entrevistas (2000), concluo, no capítulo "Deus, Equação, Amor", que o amor estorvo para o grande amplexo entre Religião e Ciência, que são irmãs. É a continuação no palco do saber, do deus antropomórfico, que não prejudica somente o laboratório, como também o altar. 


Poema do Deus Divino:

Para seu deleite, seguem aqui alguns versos do magnífico "Poema do Deus Divino, de Alziro Zarur (1914-1979)

O Deus que é a Perfeição, e que ora eu tento
Cantar em versos de sinceridade
Eu nunca O vi, como em nenhum momento
Vi eu o vento ou a eletricidade

Mas esse Deus, que é o meu eterno alento
Deus de Amor, de Justiça e de Bondade
Eu, que O não vejo, eu O sinto de verdade
Como à eletricidade, como ao vento

Pois creio é nesse Deus imarcescível
Que ampara a humanidade imperfeitíssima
Deus de uma Perfeição inacessível
A humana indagação falibíssima.

Repercussão. Gostaria, por fim, de registrar a minha satisfação ao tomar ciência - por intermédio de cartas, e-mails e depoimentos na Super Rede Boa Vontade de Comunicação, rádio, TV, publicações e internet. De que jovens, de todas as idades, estão estudando com afinco, as matérias doutrinárias ecumênicas da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo. A Religião do Amor Universal, publica na Revista Jesus Está Chegando. A repercussão desses meus humildes escritos traz à minha alma a alegria de contribuir pra o fortalecimento espiritual. Consequentemente material daqueles que buscam, no Evangelho Apocalipse do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, em Espírito e Verdade. À luz do seu Novo Mandamento (João 13,34 e 35. 15,12 a 17 e 9) o lenitivo para os dramas da existência humana. Ninguém é dono do saber pleno. Ninguém é dono do saber pleno. Aliás - custa-me concluir - a uns falta, às vezes. Também a coragem intelectual para desvendar, sem preconceitos e tabus, as regiões espirituais. E é aí que se encontra a chave maga (atenção: é maga mesmo!) para o ser humano não se tornar a presa predileta do "lobo invisível", ou obsessor. Abraço. Davi

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