sexta-feira, 8 de maio de 2026

JESUS - O REDENTOR DAS ALMAS HUMILDES

Legião da Boa Vontade (LBV). Livro A Missão dos Setenta e o Lobo Invisível. Por Jose de Paiva Neto (1941-2025). JESUS - O REDENTOR DAS ALMAS HUMILDES. Parte II. O Supremo Criador é quem realmente sabe o que se passa na intimidade de suas criaturas, quaisquer que sejam suas crenças ou descrenças. Por isso, precisamos a todos alertar sobre a ação ardilosa do "lobo invisível", que muito se vale da pretensão humana. Em meu livro Somos todos Profetas (1991), no subtítulo "A genialidade que Jesus aprova", escrevi: Os simples de coração constituem a genialidade que o Divino Amigo tanto deseja que ilumine o mundo. É a esse talento que Deus revela os seus segredos. Daí o benefício de se elevar constantemente o pensamento ao Cristo Ecumênico, Político Excelso, livre de sectarismos constringente ou ideias exclusivistas, portanto, o Redentor das Almas humildes. Aliás, quando exalto essa qualidade de sentimento, não me dirijo à classe social das pessoas. Até porque o "lobo invisível" espreita o homem, a mulher, o jovem e a criança de qualquer berço pra destilar suas torpezas. Como há tanto tempo inferi, existem pobres humildes e outros cheios de orgulho e rancor - infeliz comportamento, que nada traz de proveitoso a evolução das criaturas, voltando-se contra elas próprias, nesta ou na Outra Vida. A coragem é imprescindível, mas o ódio continua sendo arma voltada contra o peito de quem odeia. Quanto ao mesmo ponto de vista, existem ricos orgulhosos e rapaces e outros de uma simplicidade franciscana. Este é um mundo de paradoxos. Por isso, pregamos , há décadas, o Apocalipse de Jesus para os Simples de Coração, que se encontram em toda parte, nas várias camadas socioculturais.  O Supremo Criador é quem realmente, sabe o que se passa na intimidade de suas criaturas, quaisquer que sejam suas crenças ou descrenças. Por isso, precisamos a todos alertar sobre a ação ardilosa do "lobo invisível", que muito se vale da pretensão humana. A obrigação de cada um de nós, que modestamente desejamos transmitir uma mensagem, é lançar a rede. Seguimos a proposta do Taumaturgo Celeste, que é a de nos transformarmos em pescadores de homens, mulheres, jovens, crianças e Espíritos, Almas benditas. Porque os mortos não morrem, para a sua Seara Universalista, todavia, sem jamais sermos imperiosos em nosso modo de pensar. A época do "crê ou morre" já vai longe, há muito tempo, graças a Deus! Aliás, quando brado que a Vida prossegue além do túmulo, na dimensão do Espírito, alguns podem assustar-se, talvez pelo mau hábito de associar a existência incorpórea com filmes de terror. Entretanto, o que espanta mesmo é esse fato descrito pelo nobre irmão Bezerra de Menezes (Espírito): Não são os Espíritos que assustam os homens. São os homens que atemorizam os Céus com suas belicosas armas impostas por domínios cruéis e insensatos. Temos esclarecido à sociedade que, a respeito da natural sobrevivência da Alma após o desenlace do vaso físico e da continuidade da jornada evolutiva no que denominamos Pátria Verdadeira - O Mundo Espiritual. Os habitantes do outro lado são hoje o que fomos ontem e seremos amanhã. Daí a imprescindível tarefa de promover a União consciente das Duas Humanidades. Por isso, não deixem de ler minha obra Os Mortos não Morrem! Deus livre de opressores. Deslindar a realidade espiritual às massas é a política de Deus, o Criador liberto dos feudos a que alguns ainda o querem manter subjugado, que propagamos incessantemente. A Religião do Terceiro Milênio, com muita honra, vem perpetuando o trabalho iniciado pelo próprio Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, ao revelar ao mundo seu Mandamento Novo. Cuja extraordinária importância o Irmão Alziro Zarur (1914-1979) revelou a todos. Trata-se das mais elevadas políticas que, uma vez vivenciada, nos capacita a enfrentar qualquer obstáculo, inclusive as armadilhas lançadas pelo "lobo invisível", isto é, o espírito mau. Ensinou o bom pastor: Novo mandamento vos dou, amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. Não há maior amor do que doar a própria vida pelos seus amigos. Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama. Eu também vos amo. Permanecei no meu amor. Evangelho de Jesus, segundo João 13,34-35 e 15,13 e 9. Alguns, carpidos pelo excesso de ceticismo atuante, podem pensar resumir-se, o Mandamento Novo de Jesus, apenas a palavra, à maneira de William Shakespeare (1564-1616) que costumava em sua peça Hamler, criticar a inoperância de tanta gente que muito falava e pouco, ou quase nada, fazia: "Word, words, words ... (Palavras, palavras, palavras). Contudo, nas Instituições da Boa Vontade de Deus, empenhamo-nos diuturnamente em transformar palavras em atos dignos do Criador e das suas criaturas. Essa é tarefa de todos os batalhadores do Cristo, a qual o "lobo invisível" quer impedir. Mas a Deus interessa toda criatura espiritual e humana, sem distinção de fé ou mesmo na ausência dela. Antes de tudo, Ele ausculta os corações. Para os que tem "olhos de ver e ouvidos de ouvir", as barreiras entre a Terra e o Céu já caíram. Já caíram! Nós é que nos demoramos a perceber. Que possamos, então - pelo exercício da Caridade da Ordem Suprema do Pedagogo Celeste, que é Amor elevado à imensurável potência, desarmar todas as emboscadas e estratagemas dos trevosos "lobos invisíveis". Buda e a Armadilha do Senhor do Mal. É oportuno apresentar-lhes uma passagem da vida do Buda, Sidarta Gautama (563a.C.483). Assim como todos os grandes emissários que vem a Terra cumprir uma missão espiritual ordenada por Deus. O Buda convoca seus discípulos seguidores a prática do Bem e da Compaixão como forma de se libertarem e derrotarem o mal. Registra o seu discurso "A armadilha do senhor do mal. Esse é o quinto discurso do Samyatta Nikaya, que faz parte do Sutta Pittaka, o qual integra as tradicionais Escrituras Canônicas do Budismo. Em certa ocasião, o Iluminado estava em Benares - Índia, no Parque do Gamo, em Isipatana. Lá ele se dirigiu aos monges desta forma (...). "Bikkhus, monges, eu estou livre de todas as armadilhas, tanto celestiais, mundo invisível, como humanas. Vocês também estão livres de todas as armadilhas, tanto celestiais como humanas. Peregrinem pelo bem-estar de muitos, para a felicidade de todos, por compaixão pelo mundo, para o bem-estar e felicidade de devas, seres celestes e humanos (...). Então o senhor do mal foi até o Iluminado e se dirigiu a ele em versos: Você está atado por todas as armadilhas. Você está atado, pelo grande grilhão: você não me escapará, contemplativo. O Buda: Eu estou livre de todas as armadilhas tanto celestiais como humanas. Eu estou livre do grande grilhão. Você está derrotado, senhor da morte!". A visão da escada. No livro do Gênesis, de Moisés, no capítulo 28, nos versículos de 10 a 17, lemos este interessantíssimo relato sobre o sonho de Jacó. Partiu Jacó de Berseba e seguiu para Hará. Tenod chegado a certo local, ali passou a noite, pois já era sol posto. Tomou uma das pedras do lugar, fez dela seu travesseiro e se deitou pra dormir. E sonhou: Eis posta na terra uma escada, cujo topo atingia o céu. E os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Perto dele estava o Senhor e lhe disse: Eu sou o Senhor, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaque. A terra em que agora está deitado, Eu a darei a ti e a tua descendência. A tua descendência será como o pó da terra. Estender-se-á para o Ocidente e para o Oriente, para o Norte e para o Sul. Em ti e na tua descendência serão abençoadas todas as famílias da terra. Eis que Eu estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar a esta terra. Porque não te desampararei, até que cumpra tudo aquilo que tenho falando. Despertado Jacó do seu sono, disse: Na verdade, o Senhor está neste lugar e eu não sabia. E temendo, bradou: Quão temível é este lugar. É a Casa de Deus, a porta dos Céus. Os nossos Anjos Guardiães, esses Espíritos que sobem e descem a escada de Jacó, anseiam por nos ajudar, e muito! Entretanto, será que desejamos que eles nos acompanhem e auxiliem? É necessário que urgentemente tomemos a nossa decisão, porque eles, todo o tempo, procuram resguardar-nos dos ataques dos "lobos invisíveis". A coorte de entidades perturbadas, que, na definição do Papa Leão XIII (1810-1903), conforme vimos em sua Oração a São Miguel Arcanjo - Vagueiam pelo mundo, para a perdição das Almas. Quanto à significação dessa notável passagem de Gênesis Mosaica 28,10 a 17, leiam também, por favor, "A Abrangente Missão do Templo da Boa Vontade", nas Segundas Diretrizes da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, volume II (1990). Ou na edição especial da revista Jesus Está Chegando - Os Quatro Pilares do Ecumenismo, número 129, junho de 2017. Diálogo com os mortos. Dos originais de meu livro Os mortos não morrem, cuja leitura e análise  antecipadamente lhes recomendo, trago por oportuno, trecho do pronunciamento do Papa João Paulo II (1920-2005) em 2 de novembro de 1984, ao dirigir-se aos fiéis reunidos no Vaticano. Nele sua Santidade enfatiza que o diálogo com os mortos não deve ser interrompido: "Somos convidados a retomar com os mortos, no íntimo do coração, aquele que a morte não deve interromper (...). Com base na palavra reveladora de Cristo, o Redentor, estamos certos da imortalidade da Alma. Na realidade, a vida não se encerra no horizonte deste mundo. Proteção Celeste. Os nossos Anjos Guardiães, esses Espíritos que sobem e descem a escada de Jacó, anseiam por nos ajudar, e muito! Entretanto, será que desejamos que eles nos acompanhem e auxiliem? É necessário que urgentemente tomemos a nossa decisão, porque eles, todo o tempo, procuram resguardar-nos dos ataques do "lobo invisível". A ciência da coragem. O que significa o Natal permanente de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, que mencionei anteriormente? É a ambiência melhor para que vivamos em sociedade, Sociedade Solidária Altruística Ecumênica. Aquela que propaga o ecumenismo que se comove com a dor e, portanto, com decisão, atua para levantar os caídos. Instruindo-os e alimentando-os, a fim de que, como cidadãos, construam o próprio destino, para o que é urgente espiritualizá-los também. Nesse trabalho de esclarecimento, não nos furtamos nem mesmo do amparo ao "lobo invisível", merecedor de nossa fraterna misericórdia, jamais do nosso desdém. Trata-se de um espírito obsessor. Oremos sempre por ele. Contudo, fica aquele alerta que fizemos logo na abertura deste livro: não nos esquecermos de que o "lobo" não é vegetariano. O criador e o respeito as suas criaturas. No entanto, esse grande desiderato que exige de cada um de nós uma atitude de deferência ao Criador por meio da prática solidária entre suas criaturas. Aos que ainda Nele não acreditam - os que também respeitamos - é prudente promover os mais exalçados sentimentos, tais como a Fraternidade, a Compaixão, a Bondade, a Generosidade, a Justiça, entre outros, que todos possuímos dentro de nós mesmos, as vezes adormecidos. E aí, se não os despertarmos, se instala o problema. Busquemos, pois, condições de galgar, longe do radicalismo, crente ou ateu, os degraus do Conhecimento Divino ... ou de entender o nosso papel neste mundo. O que nos leva à prática do Bem e a concluir a nossa tarefa como gente civilizada. Senão, viveremos eternamente "batendo com a cabeça na parede". É essencial a compreensão de que a humildade é uma ciência da coragem, ao contrário da jactância, que, segundo Provérbios 16,18, constitui o último passo antes da queda. Não sem propósito, Santo Agostinho (354-430) assegurava: "Deus triunfa sobre a ruína de nossos planos". Ainda a respeito do sentido de modéstia, fiz constar em Reflexões da Alma (2003) está assertiva: Jesus ensinou a humildade, jamais a covardia. O medo paralisa o indivíduo, e Ele determinou aos seus discípulos ação. Damas e cavalheiros, guardem bem: boa ação! Estando realmente com o Protetor Divino, ovelhas de Deus, não temam o "lobo invisível". Porém, os maus atos que vocês mesmas ou vocês mesmos podem praticar. Livrem-se deles, tirando de dentro de si as pérfidas sugestões lupinas, relativo a lobo. Meritocracia sublimada. Que cabe, então, a criatura arguta realizar? Conhecer as Leis do Pai Celeste e cumpri-las, não "ao pé da letra que mata", consoante admoestava Paulo Apóstolo em II Coríntios 3,6. Todavia  e sempre em Espírito e Verdade, como propunha Allan Kardec (1804-1869), e a luz do Novo Mandamento do Cristo "Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, João 13,34 e35. A Essência de Deus, na definição de Alziro Zarur. Assim, tudo encontrará seu porto seguro, no transcurso do tempo e em consonância com o merecimento de cada um, numa visão sublimada da meritocracia de Platão (427a.C.347). Nunca de acordo com os socavões da impunidade espiritual, moral e intelectual. Experimente! Não custa fazê-lo! Mas é preciso paciência e perseverança. Leibniz (1646-1716) repetia: Natura non facit saltus - A natureza não dá saltos. Porém, necessário é destacar que o tempo não cessa de transcorrer. E, na concepção de Virgílio (70a.C.19) na Eneida - a fome é má conselheira. Por isso, façamos - governos e cidadãos - nossa decisiva parte (boas ações), para que não falte a ninguém o alimento espiritual, moral e material. A humildade é, acima de tudo, corajosa. A humildade é uma ciência da coragem, ao contrário da jactância, que, segundo Provérbios 16,18, constitui o último passo antes da queda. Não sem propósito, Santo Agostinho (354-430) assegurava: Deus triunfa sobre a ruína de nossos planos. Abraço. Davi

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